Programa de indicação
Nosso colégio tem um maravilhoso histórico de indicações, que hoje representam pelo menos 60% das matriculas do nosso colégio. Matrículas essas que são indicações de […]
Métodos de alfabetização são estudados e comprovações de uma teoria de capacitação para desenvolver a pratica de aprendizado da alfabetização de um individuo. Em resumo é a forma como o professor ou mentor irá aplicar em seu aluno, um caminho a direciona-lo com mais facilidade até o resultado da leitura, escrita e compressão da gramática. Existem diversos métodos pedagógicos de alfabetização reconhecidos com eficácia que compõem este universo, alguns mais conhecidos que outros, claro!
No Brasil podemos sitar alguns exemplos mais conhecidos como o tradicional, Montessori, Construtivista, Waldorfano, e nosso nacional método Paulo Freire. Todos tem suas diversificadas formas de ensinar, com listas de vantagens e desvantagens, podendo serem aplicados individualmente ou misturados. Porem temos um dentre eles que se destaca, o qual falaremos hoje.
A de se destacar que o método fônico é comprovada sua eficiência e eficácia, através de estudos e aplicações e que não existe só um método fônico especifico e sim diversas variações dele. Em resumo nele temos uma abordagem de associação, através de fonemas (sons da fala) e grafemas (letras do alfabeto), onde cria-se uma associação neurolinguística entre os temas e enfatiza o aprendizado. Facilitando assim a leitura e escrita avançadas de modo mais rápido e eficaz.
Para iniciarmos a história deste método temos de voltar a alguns séculos, na Grécia e Roma antiga, neste período já utilizavam os sons das letras para alfabetizar. Porem esta alfabetização como conhecemos hoje só começou a sair de seu modo abstrato em meados do século XVIII e XIX. Nomes como Jan Amos Komenský, considerado o ”pai da educação moderna”, e Noah Webster, “Pai da educação e da escolaridade americanas”, defendiam o ensino sistemático dos sons e das letras como forma eficaz de alfabetizar.


Já no século XIX o método fônico foi popularizado por nomes como Samuel Orton e Anna Gilligham nos Estado Unidos. Foi usado para ajudar pessoas com dislexia a desenvolveram sua leitura e escrita, já dando provas da sua alta eficiência e facilidade do aluno em entender e associar as palavras através não só da parte visual, mas do movimento da boca e na sonoridade das letras. E desde então ele vem ganhando força e notoriedade em vários países pelo mundo.

